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novembro 6, 2010 / consideracoesfinais

A Luta por um Entendimento do Desenvolvimento como parceiro do Meio-Ambiente.

Ao término da leitura do livro: “Marina – A vida por uma causa”, sinto-me numa completa instisfação pessoal. O livro é feito completamente de Fé. A fé que move as pessoas. Essa fé inimaginável, que flui de fontes inesgotáveis e inexploradas. Marina encontra a dela em Deus.  Mas não em um Déus como um tapa-olho. Um Deus que tem motivações e interesses sociais. Sim. Um Deus sem fronteiras. Aliás é o ideal do qual Marina se vê infiltrada a vida toda. A luta pela sustentabilidade. O desenvolvimento não como um adversário do meio-ambiente e sim fatores que permeiam-se na mesma linha. Um mundo sem preconceitos, aonde deve-ser ouvido todos, sem pré-conceitos ou ideais aflorados.

Utopia significa o além. Andamos dez passos e a Utopia se encontra a dez passos à frente. Podemos andar o quanto quisermos pois nunca alcançaremos à alcançaremos. Qual o seu significado? Fazer o ser humano Caminhar.

outubro 21, 2010 / consideracoesfinais

O Rugir de Um Homem.

” Ser sempre, na fronteira do encontro, compelido a empreender a tarefa circular de uma nova procura em que se deve indefinidamente reentrar, não é focalizado por Clarice Lispector como um fardo, mas como a condição inalienável de ser. ”  A Maça no Escuro – Clarice Lispector

Essa ânsia pelo descontentamento em meu íntimo é simplesmente o rugir do homem, que existe em mim, contra a alienação do ser.

outubro 19, 2010 / consideracoesfinais

Gargalhadas Mascaradas.

Capitães da Areia  – Jorge Amado;

” Riam os dois e logo foi uma gargalhada. Era um hábito dos Capitães da Areia. ” Uma perfeita antítese. Antítese essa, aliás, muito comum no dia-a-dia. Tentamos disfaçar com risadas, largas e barulhentas, o que está acontecendo em nosso íntimo. Disfarçar? Espero ter usado a palavra certa, mas junto a esta, me veio também o termo Sobreviver.

outubro 18, 2010 / consideracoesfinais

A Superação Através da Nobreza dos Sentimentos Essenciais.

Capitães de Areia – Jorge Amado; Pedro Bala já estava tornando-se um homem e acabará de descobrir a história de seu pai, morto durante uma greve. Olhará para o asfalto e perceberá que:  ” Talvez ali mesmo, onde ele se sentava, tivesse caído o sangue de seu pai.”; ” Por baixo daquele asfalto devia estar o sangue que correra do corpo de seu pai.”
Após esse racíocinio, o garoto – quase um homem – concluiu algo tão íntimo e superior a pobreza e a mediocridade que o circundava: ” Imaginava-se numa greve, lutando. E sorriam os seus olhos como sorriam os seus lábios.”

Para agradar-se desse raciocínio é necessário uma intertextualidade com Dostoiévski que em Crime e Castigo, sabiamente através de um personagem que se encontrava em estado critico sobre o seu vicio,  citou: ” A pobreza não é defeito, isto é absoluta verdade. Sei, igualmente, que a embriaguez não é virtude. Mas a miséria, meu senhor, é um defeito, sim. Na pobreza, ainda poderá conservar a nobreza dos sentimentos inatos, na indigência jamais alguém poderia fazê-lo. ”

Sem mais.

outubro 17, 2010 / consideracoesfinais

Permeia-se, Através de Poucos, uma Esperança para o Término de Opiniões e Julgamentos com Fundamentos Esdrúxulos.

Em visita ao Blog – Marionete Sagaz; seu post inicial despertou em mim uma esperança. Há algum tempo que venho ouvindo opiniões e julgamentos com fundamentos apoiados em idéias e ideais que com termos esdrúxulos tentam impressionar e atrair mais pessoas ao seu movimento. A Ana foi capaz de criar uma tese – a favor do aborto – com argumentos concretos e inspirações em necessidades e não ilusões.
Permeia-se ainda uma esperança de quebrar esse ciclo vicioso de ignorância social.

Meus Parabéns e Obrigado a criadora do post.

outubro 17, 2010 / consideracoesfinais

A necessidade da existência de um melhor amigo.

Grey’s Anatomy 2×15 – Break on Through

George sózinho em sua cama, jogando seu videogame, quando a Izzie entra em seu quarto e deita ao seu lado na cama.
George: – Você esta bem?
Izzie: – Sim. Você sabe, eu estou.
Ele então decide voltar ao jogo. Meredith entra no quarto e deita ao lado, três pessoas em apenas uma cama de casal.
George: – Você esta bem?
Meredith: – Sim.
George: O que aconteceu hoje?
Izzie e Meredith, juntas: – Nada.
George: – Ok.
Izzie: – Nós não conhecemos tudo sobre o outro, George.
Meredith: – Sim.
George: – Verdade… Alguém quer fazer sexo?
(risadas)
Izzie: – George!

outubro 14, 2010 / consideracoesfinais

Procura-se: Ferramentas para uma renovação do ser humano.

Após concluir a leitura do livro: Crime e Castigo – Dostoiésvki, acho de grande valorização alguns raciocinios sobre a obra:
Levando em consideração o crime cometido e valorizado por teorias de natureza pessoal, assusto-me quando leio o trecho em que Raskólnikov expressa não ser merecedor do assassinato que havia cometido, por ter agido sobre erros miseráveis.  Se seu plano fosse realizado com êxito, estaria claro de que era merecedor de suas ações. Logo é de súbita conclusão de que não era, conforme acreditará, um gênio e sim um mero piolho.
Estariamos caminhando para uma humanidade, além de individualista, vil? Uma humanidade cujo o próximo pode ser sacrificado em pról de uma tese própria, de sangue frio, suportada por argumentos ilusionistas e viciosos?
Há uma forma de reverter esse processo. Por mais Barato que soe esta filosofia, acredito fiélmente que seja o amor a ferramenta para essa renovação. No caso de Raskólnikov, quando o amor tocou-lhe: ” uma força invisível lançou-o aos pés da moça.” ” Era o amor que os ressucitava… ” ” Uma realidade totalmente ignorada até então. ”

Uma realidade que deveria ser visada por todos. Ser como meta principal na vida e não um simples desejo.